Produção de veículos cai 19,1% em 2015 e provoca corte de 6,3 mil postos de trabalho
Resultado é reflexo das medidas de corte de produção adotadas pelas montadoras para se adequar à demanda menor; produção em maio foi a pior desde 2005.
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Resultado é reflexo das medidas de corte de produção adotadas pelas montadoras para se adequar à demanda menor; produção em maio foi a pior desde 2005.
O rendimento médio habitual do trabalhador ficou em R$ 1.855 no trimestre encerrado em abril deste ano.
Taxa de 6,5% representará o maior aumento em 12 meses desde 2003.
Fabricante canadense informou que desaceleração econômica afetou a produção; cerca de mil postos de trabalho já foram cortados em janeiro.
Número de empregados caiu de 10 mil para 300 operários.
Sindicato diz que mais de 3 mil trabalhadores perderam seus empregos.
Operário trabalha na autoindústria: os principais impactos negativos vieram de meios de transporte (-10,2%) e das indústrias extrativas (-12,4%).
Volks concedeu nesta segunda-feira férias coletivas a 4,2 mil funcionários da fábrica de Taubaté (SP); com a queda nas vendas, Ford, Mercedes-Benz e GM também afastaram funcionários.
O desemprego aumento no país, na comparação com janeiro deste ano (5,3%) e na compraração com fevereiro do ano passado (5,1%).
Texto mantém o cálculo atual, que leva em conta a inflação mais a variação do PIB de dois anos antes, mas adia discussão sobre ganhos reais para os aposentados.
Na indústria de máquinas e equipamentos a queda doi de 4,5%, comparado com 2014.
De acordo com a pesquisa, a indústria está acumulando estoques indesejados.
O resultado confirma a percepção de desaquecimento do mercado de trabalho para os próximos meses.
Demitidos da indústria buscam emprego em áreas como de transportes; setor de serviços, porém, também já dá sinais de dificuldades.
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