Fiat dá férias coletivas a funcionários de Betim pela quarta vez no ano
Recesso de 20 dias será para 3 mil dos 19 mil trabalhadores da fábrica na Grande Belo Horizonte.
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Recesso de 20 dias será para 3 mil dos 19 mil trabalhadores da fábrica na Grande Belo Horizonte.
Só em junho, mais de mil postos de trabalho foram cortados para ajustar produção à demanda; governo deve anunciar hoje.
Em reunião com parlamentares e representantes da Anfavea, empresário previu mais demissões no setor de siderurgia.
Resultado é reflexo das medidas de corte de produção adotadas pelas montadoras para se adequar à demanda menor; produção em maio foi a pior desde 2005.
É a primeira vez que as empresas deixam de enviar dinheiro para suas matrizes.
De janeiro a abril, as fabricantes de veículos demitiram 4,6 mil funcionários.
Produção do Estado representou 45,3% do total nacional, aumento de 2,5 pontos percentuais com relação ao registrado em 2013.
Resultados confirmam um primeiro trimestre extremamente difícil.
Segundo estimativas da Anfavea, a indústria automobilística terá desempenho pior do que o previsto no início do ano.
Número de licenciamentos caiu 2,5% no mês de março em relação ao mesmo mês do ano passado.
Com mercado interno contraído, entidade busca solução para exportações.
Após crescimentos consecutivos na produção e venda nos últimos 12 anos, o setor automotivo desacelerou em 2014. Mesmo assim, montadoras mantêm os planos de investir no Brasil.
Acordo prevê que cada país importe até US$ 1,56 bilhão nos próximos doze meses sem imposto de importação.
Parte da queda em fevereiro é atribuída ao menor número de dias úteis.
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