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A Feimec 2026 chega à sua 10ª edição como o principal encontro da indústria de máquinas e equipamentos no Brasil — e, ao mesmo tempo, um dos ambientes mais desafiadores para quem não se prepara.
Com cerca de 90 mil m² de exposição e uma programação intensa, a feira exige mais do que presença: exige estratégia.
As recomendações a seguir reúnem os principais insights do episódio especial de 10 anos do Boteco 4.0, com aprofundamento a partir das orientações do conselheiro de inovação Claudio Goldbach, que acaba de chegar da Hannover Messe com dicas quentes para aproveitar o período de feiras industriais.
Visitar sem objetivo é o erro mais comum — e o mais caro em termos de tempo.
“Defina um objetivo: conhecer três novos fornecedores, conhecer três novas tecnologias, conversar com cinco novos potenciais clientes”, afirma Claudio Goldbach.
A definição prévia pode incluir:
“Ao invés de ‘vou lá passear e vai que’, você sabe o que está fazendo lá”, completa Goldbach.
A feira começa antes da abertura dos portões.
“Ao invés de você sair caminhando, faça uma pesquisa no conforto da sua cadeira, usando o site da feira”, diz.
Na prática:
Um detalhe relevante:
“Lembre das palavras-chave também em inglês, porque pode ter fornecedor de fora”, orienta Claudio.
Improvisar dentro de uma feira desse porte reduz drasticamente o aproveitamento.
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A recomendação é sair de casa com:
“Se você quer assistir duas horas de palestras, tem que ver a programação antes. Não dá para decidir na hora”, afirma Claudio Goldbach.
Um único dia raramente é suficiente para absorver a feira.
Os especialistas recomendam dividir a experiência para:
Além disso, chegar cedo ajuda a maximizar o tempo útil e reduzir desgaste logístico.
A qualidade da experiência depende diretamente do nível de atenção.
Durante a visita:
O valor da feira está nas interações — muitas delas não programadas.
Mesmo com planejamento, parte relevante da experiência acontece fora do roteiro.
“Além do planejamento, deixe espaço para o acaso — serendipidade. A presença de pessoas faz com que aconteçam coisas que não estão planejadas, que não estão previstas”, sugere o profissional.
Esses momentos incluem:
“Pode acontecer um contato que você não imaginava. Isso não planejado complementa o planejado”, afirma Claudio Goldbach.
Ao longo de sua trajetória, a FEIMEC se consolidou como uma plataforma que vai além da exposição de máquinas — integrando conteúdo, negócios e conexões.
Nesse contexto, o visitante que combina planejamento com presença ativa transforma a feira em uma ferramenta estratégica.
A cobertura do Grupo CIMM acompanha a FEIMEC 2026 com curadoria de lançamentos, tendências e análises diretamente do evento.
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