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O Grupo CIMM, referência em comunicação para a indústria há quase três décadas, anuncia uma atualização completa de seu posicionamento editorial, acompanhada por nova identidade de marca e reorganização de seus produtos de conteúdo. A mudança reflete a evolução do setor industrial brasileiro e a necessidade crescente de informações mais segmentadas, úteis e alinhadas às transformações tecnológicas e produtivas.
Segundo Alessandro Bianchi, diretor do Grupo CIMM, a atualização é “uma consequência natural da maturidade construída ao longo de quase 30 anos acompanhando dia após dia a evolução da indústria brasileira”.
Ele destaca que o mercado mudou — e o leitor também. “O público passou a consumir informação de outras formas, com novas urgências e expectativas. Atualizamos a forma, mas preservamos nossa essência: informação confiável, independente e realmente útil”, afirma.
O Portal CIMM consolida-se como o principal hub editorial da indústria metalmecânica no país. Sua linha editorial, renovada em 2025, organiza-se em eixos que refletem as necessidades reais do setor e os temas mais críticos da operação industrial:
Novos eixos editoriais do Portal CIMM:
A missão editorial é fortalecer o setor metalmecânico por meio de informação confiável, qualificada e orientada para operação, produtividade e tomada de decisão.
O Canal Indústria 4.0 assume sua identidade como plataforma especializada em tecnologias emergentes, digitalização e competitividade industrial. Com foco em gestores, líderes de inovação, startups, pesquisadores e profissionais técnicos, o canal traduz tendências complexas e apresenta soluções de alto impacto para diferentes setores da indústria.
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Eixos editoriais do Canal Indústria 4.0:
O Canal Indústria 4.0 conecta tecnologia, negócios e estratégia, atuando como ponte entre a indústria tradicional, o ecossistema de inovação e o futuro da manufatura.
Para Bianchi, essa distinção era necessária para refletir a demanda crescente por especificidade: “O leitor quer profundidade técnica no CIMM e uma visão estratégica da transformação digital no Canal Indústria 4.0. Cada canal cresceu com públicos, linguagens e ritmos próprios, e organizar essa separação gera mais valor para quem lê e para quem comunica com a gente”.
Apesar da divisão, parte significativa da audiência transita entre os dois portais. Por isso, o grupo também passa a investir em produtos editoriais que conectam essas comunidades.
Como parte da nova estratégia, o Grupo CIMM lança duas novas newsletters — Oportunidades da Indústria e Quem Faz a Indústria — e reorganiza outros dois produtos editoriais já existentes: a News Destaques do Metalmecânico e a News Destaques da Indústria 4.0. Juntas, essas quatro newsletters ampliam a oferta de conteúdos segmentados e reforçam a conexão do Grupo CIMM com toda a comunidade industrial
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A reformulação dos eixos editoriais foi feita a partir de uma análise profunda das necessidades do mercado. O grupo mapeou temas mais buscados pelos leitores, desafios enfrentados por fabricantes, integradores e startups, e tendências tecnológicas que demandam acompanhamento especializado. Anos participando de eventos nacionais e internacionais da indústria também deram ao grupo uma visão de múltiplos ângulos do ecossistema industrial.
“Participar de tantos eventos, no Brasil e lá fora, ampliou muito nossa visão sobre o ecossistema industrial. Você começa a enxergar a indústria por vários ângulos, sobretudo a partir do contato direto com a comunidade, e percebe melhor onde estão as dores e as oportunidades do setor. Isso nos ajudou a consolidar um modelo editorial mais objetivo, atual e realmente útil para quem vive a indústria no dia a dia”, afirma Karina Pizzini, editora-chefe do Grupo CIMM.
Com critérios mais claros para seleção e priorização de conteúdo, a curadoria torna-se mais precisa, objetiva e alinhada ao dia a dia do setor. Além disso, a nova estrutura editorial amplia os pontos de contato com indtechs, institutos, associações e centros de pesquisa.
O Canal Indústria 4.0 passa a ter um papel ainda mais central na ponte entre indústria tradicional e tecnologias emergentes, enquanto as newsletters facilitam a circulação de oportunidades, cases, parcerias e programas de fomento.
“Queremos estar mais próximos da comunidade, ouvir suas dores, receber sugestões de pauta e construir conteúdos que façam diferença real no cotidiano de quem produz e pensa a indústria”, completa a jornalista.
O Grupo CIMM reforça que a atualização editorial representa continuidade. “Somos o mesmo CIMM, mas agora mais preparados para o futuro da indústria”, resume Bianchi.
A nova marca e o novo site traduzem visualmente essa fase. Modernos, claros e integrados, reforçam a força do ecossistema que o Grupo CIMM representa. “Mantemos nossa essência, mas evoluímos para entregar ainda mais valor. Estamos mais modernos, mais conectados e mais próximos de quem faz a indústria brasileira acontecer”, conclui Bianchi.

A história do Grupo CIMM é, acima de tudo, construída em parceria, a partir de Florianópolis (SC). Desde 1996, quando ainda era apenas uma ideia nascida dentro dos laboratórios da Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o portal só avançou porque empresas, instituições e pessoas acreditaram no potencial de criar um ecossistema de informação técnica para a indústria quando a internet industrial ainda nem existia no Brasil.
Antes mesmo da consolidação do CIMM como portal, algumas marcas foram fundamentais para validar o propósito e viabilizar os primeiros passos da iniciativa. Elas acreditaram no projeto no momento em que acessar a internet dependia de torcer pela estabilidade da linha telefônica: Sandvik Coromant; Castrol; Aços Villares; Villares Metals.
Essas empresas deram credibilidade a uma ideia ousada para a época: criar um Centro de Informação Metal Mecânica para reunir conhecimento técnico, conteúdos especializados e oportunidades para profissionais e empresas do setor.
A Sandvik Coromant merece um capítulo próprio. É a parceira mais antiga do grupo, presente desde 1996 — literalmente desde o nascimento do portal, ainda nos tempos do Centro de Informação de Usinagem (Cinfus) na UFSC.
Acompanhou todas as fases:
E o apoio sempre foi muito além do financiamento de projetos. A Sandvik contribuiu com conhecimento técnico, visão estratégica da manufatura global, orientação institucional, conexão com especialistas, apoio em projetos editoriais e técnicos. É uma parceria construída com confiança, respeito e colaboração verdadeira — e que permanece até hoje.
Após os pioneiros, vieram parceiros que ajudaram a fortalecer o portal e continuam parte essencial da sua trajetória: Blaser Swisslube, Iscar do Brasil, SKA, Siemens Digital Industries Software, TopSolid, TECC, Messe Brasil, nossa grande parceira de eventos. Essas empresas ajudaram a consolidar a relevância do CIMM no setor metalmecânico e acompanharam sua evolução até a criação do Canal Indústria 4.0.
O crescimento do Grupo CIMM se deve ao investimento financeiro e também às contribuições imateriais que moldaram a identidade. Além dos talentos que passaram pelo Grupo, parceiros ofereceram conteúdo, participação ativa em reportagens e apoio em webinars e projetos especiais — elementos tangíveis que fortaleceram a produção editorial.
Ao longo de quase três décadas, o CIMM foi moldado por pessoas e instituições que desempenharam papéis decisivos em diferentes momentos da sua evolução. A UFSC, especialmente o Departamento de Engenharia Mecânica, foi o berço do projeto: ali nasceu o Cinfus e equipes multidisciplinares iniciaram a combinação entre engenharia, tecnologia e comunicação que daria origem ao portal. Entre esses nomes, o professor Lourival Boehs ocupa lugar central — suas teses inspiraram o conceito original e seu apoio técnico e institucional guiou os primeiros passos do CIMM.

“Tudo começou quando a internet no Brasil ainda dava os seus primeiros passos e utilizava as linhas telefônicas convencionais. Quando se fazia alguma apresentação do CIMM, era necessário torcer muito para conseguir a conexão e, mesmo de forma lenta, demonstrar sua evolução e captar sugestões dos futuros usuários. Desde os anos 1990, trabalhamos com equipes multidisciplinares — professores, estudantes, profissionais da indústria —, e considero isso fundamental para o êxito do CIMM e do Canal Indústria 4.0”, comenta Boehs.
A transição do ambiente acadêmico para o mercado contou com a atuação de Adilson Silveira, que ajudou a transformar o projeto em um negócio viável. Pouco depois, Francisco Marcondes assumiu um papel determinante: primeiro, nos anos 2000, como gerente de marketing da Sandvik Coromant, abrindo portas e fortalecendo o posicionamento do portal; e, mais tarde, a partir de 2011, como parceiro editorial, sobretudo com o Blog do Marcondes e da Revista Manufatura em Foco, tornando-se até hoje um dos principais mentores e referências intelectuais do grupo.

“Ao longo dos meus 29 anos e meio na Sandvik Coromant, o CIMM sempre foi um canal essencial nas nossas estratégias de comunicação com o público-alvo”, afirma Francisco Marcondes, atualmente assessor técnico do Senai de São Paulo. “Com mais de 1,5 milhão de visualizações anuais e uma média de 120 mil usuários mensais, era impensável abrir mão desse espaço para nos conectarmos com clientes ativos e potenciais. O portal se tornou leitura obrigatória para quem busca entender o que de mais relevante acontece no mundo metalmecânico”.
Outro marco importante foi em 2003, quando a Fundação Certi/Celta incubou o CIMM, profissionalizando a operação e ampliando sua rede de contatos por meio de infraestrutura, suporte estratégico e aproximação com empresas de tecnologia.
“Me sinto orgulhoso ao ver estas constantes evoluções do Portal CIMM e do Canal Indústria 4.0, procurando colocá-los sempre alinhados com as novas tecnologias e os interesses do público-alvo”, adiciona Boehs.
Já na década seguinte, a colaboração com a Associação Brasileira de Internet Industrial (ABII) e com a Vertical de Manufatura da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate) foi essencial para o nascimento do Canal Indústria 4.0 — fruto direto das conversas, trocas e diagnósticos realizados com esses grupos. Nesse movimento, o impulso de Túlio Duarte, até então da Vertical Manufatura, foi determinante para consolidar as primeiras articulações, enquanto Claudio Goldbach se tornou um parceiro constante, conectando o Grupo CIMM ao ecossistema de indtechs, hubs de inovação, eventos nacionais e iniciativas internacionais, a partir do Brazilian Indtechs in Germany (BiG), programa de internacionalização de indtechs apoiado pelo Canal Indústria 4.0.
“O Canal Ind4.0 exerce uma função vital no ecossistema de inovação industrial global e desempenhando papéis essenciais na promoção da visibilidade da indústria brasileira”, destaca Claudio Goldbach, conselheiro de inovação, idealizador do BiG e colunista. “O canal proporciona um alcance direcionado a um público altamente engajado no assunto, e que vive o dia a dia da transformação e da engenharia. Ao ressaltar histórias de sucesso, debater tecnologias e compartilhar experiências de profissionais como eu, o Ind4.0 ajuda a disseminar o acesso à informação e a fomentar a cultura de procurar novos caminhos para solução de problemas comuns e imprevisíveis, que é crucial para a sustentabilidade da indústria no Brasil”, completa.
Hoje, o Grupo CIMM tem o privilégio de dialogar com especialistas e instituições que elevam continuamente o nível técnico e estratégico dos nossos conteúdos. Nomes como Lean Institute Brasil, CEM Rio, Pietro Perrone, Luan Saldanha, Ederson Almeida, Claudio Grossi, entre muitos outros, contribuem periodicamente com análises, casos aplicados e conhecimento aprofundado que fortalecem o rigor, a independência editorial e a missão do Grupo CIMM de apoiar a competitividade da indústria brasileira.
“Essas parcerias nos ajudaram a entender melhor a indústria, aprimorar nossa linha editorial e construir um espaço confiável de informação técnica, e seguem essenciais para o avanço do Grupo CIMM”, afirma Pizzini.
Se o Grupo CIMM chega aos 30 anos, é porque nunca caminhou sozinho. “Marcas fundadoras, parceiros de décadas, especialistas, instituições, professores, jornalistas e empresas do ecossistema contribuíram com conhecimento, credibilidade, conteúdo e confiança para construir o maior hub de jornalismo industrial do país”, finaliza Bianchi.
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